CIPLE Writing Samples + Other Writing Exercises

Em Nova Inglaterra, a nossa vida está mais diferente do que antes.

Nova Inglaterra é uma região de muitos pequenas aldeias. Temos cidades grandes, sim. Mas, as cidades sentem pequeno. Boston, por exemplo é o menor grande cidade do que outros cidades dos EUA. Também, o inverno é muito frio, com neve e tempo mau. Do Novembre ás Abril, as temperaturas estão negativas ou quase zero graus. Muitos pessoas andam pelos carros e não andam a pé. As vezes, recebem tempestes chamam-se «Nor’ Easters», com muito neve e vento. Quase meia metro da deve.

Por isto, a gente da Nova Inglaterra é distante, não fala muitos com outras pessoas fora da aldeia dele. É possível não falar com os seus vizinhos por meses. Mas, o Coronavirus muda disso.

Agora, estão muitos pessoas andam a pé. Fiquem em casa durante o dia, e às 17h, saem de casa deles e andam a pé. E fazem cumprimentos às outras que andam a pé; vizinhos ou não. Alguns vestem-se com máscaras, e todos mandam uma dist ncia segura. Há 20 anos e já conversei com os meus vizinhos que moram na fim da rua.

Espero a normalidade nova seria com isto.

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Todos nós temos “febre da cabine” (cabin fever) :slightly_smiling_face:

Não sei doutros, mas para mim, estou bem. Não tenho a febre. Na manhã, costumava execer no terraço, e depois de trabalho, ando a pé com a minha filha (que tem 21 anos). Mas, não dormia bem por causa dos sonhos maus.

Hah, pois, não temos nenhuma expressão equivalente em português (pelo menos, não uma que seja conhecida pelas pessoas em geral, como “cabin fever” é).

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Thank you very much, Joseph! This is a really great lesson for me, showing how attentive one has to be in matching endings of words with the gender to which they refer! Really neat and helpful! :slightly_smiling_face:

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Thank you as always.

What I was trying to get to here is that Boston is the smallest big city of all cities in the EUA. That is, it’s a big city that feels like a small town. I am probably trying to invoke some English colloquialism that won’t easily translate, I suppose.

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Sorry, I understood that, but then corrected it lazily, I guess :upside_down_face: You could say “uma grande cidade menor do que as outras grandes cidades dos EUA” or “a menor grande cidade entre as grandes cidades dos EUA”, for example.

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Eu começava fazer os estudos de Aprender Português (B1), e tenho de fazer exercícios de escrever. O primeiro unidade há de pretérito imperfeito. Então, uma pequena história com os verbos de pretérito imperfeito na terceira pessoa do singular.

Habitualmente, os netos do avô António pediam-o contar umas histórias de infância dele. O António fazia histórias sobre uma moradia no campo. Ele tinha um cão e depois de trabalhava nos campos, ele brincava com os amigos dele.

Quando o tempo estava muito quente, eles costumavam nadar num pequeno lago perto de casa. A água estava fresca e refrescante nos dias de verão.

Os vizinhos trabalhavam nos campos deles também e os rapazes encontrava-nos com os produtos agrícolas num carrinho na rua. Os vizinhos esperavam vender os produtos no mercado o se colher faziam uma troca por outros produtos que precisavam.

(1) Just one of a few different possibilities.
(2) “Fazia histórias” sounds weird. Did you want to say that he made them up? If that’s the case, you can use the verb inventar. “Inventava histórias”.
(3) The preposition “de” generally asks for the infinitive form (whether personal or impersonal).
(4) The verb “precisar” generally asks for the preposition “de” in European Portuguese, e.g. “Eu preciso de…” or “De que precisas tu?”.

Muito obrigado… estou a melhorar, mas lentamente…

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De nada. E notam-se melhorias!

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Usa de Pretérito Imperfeito Do Indicativo para

  • Fazer descrições no passado
  • Relatar ações simultáneas e durativas no passado
  • Relatar a realização prolongada de ações no passado

Anteontem, o João estava a passear no bairro dele. Durante a sua caminhada, ele viu uma mulher muitas gira. E porque estava a dirtrair, ele caido a chave de casa dele. Mas não sabia disso.

Quando chegou a casa, ele buscava para a chave mas não encontrei-a. Era impossível abrir a porta!

Então, ele tinha uma ideia brilhante! Com uma pedra ele quebrou uma janela de casa dele. Infelizmente, uma vizinha ouviu o barulho e chamou a polícia. Quando chegou a polícia, o João era meia através da janela.

Agora, o João tem muitas problemas judiciais!

  • 1a) In this case, the word ‘muito’ is an adverb (very) modifying the adjective ‘gira’, so it’s invariable. You should always write ‘muito’, unless you were going for the slang “muita gira” :slight_smile:
  • 1b) In this other case, ‘muitos’ is a quantifier (many), so it’s variable in gender and number. Since ‘problemas’ is a masculine plural noun, ‘muitos’ agrees with it in both counts.
  1. In negative sentences, clitic pronouns are generally placed before the verb. See Position of Clitic Pronouns
  2. I think you meant to say that he was halfway through the window. This is how we often describe things like that. I actually can’t come up with anything else right now!

For 1a/b - this is the best explanation of the difference I’ve come across. Excellent! And since I don’t know what muita gira may signify (although I could hazard a guess), I was definitely not going for the slang :slight_smile:

For 2; I knew that :expressionless:

For 3 - yes half way through…

Many thanks!

Thanks! Actually, I’m calling “muita” slang (when the gender doesn’t match that of other words), but the meaning is the same - “muita gira” = very beautiful = “muito gira”. It’s just very very casual.

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Esta unidade era sobre o Pretérito Mais-Que-Perfeito Composto do Indicativo e Pronomes clíticos complemento direto… Uma história sobre um colisão de carros…Infelizmente, esta história não usa o PMQPCI, e usa só um pronome clítico. Go figgure…

«mis-en-scene - depois dum colisão de carros, à esquadra de polícia»

Olá Queria fazer uma queixa.

Eu estive a conduzir e tive um colisão com um outro carro. Não estavam feridos, felizmente.

Estava a aproximar um cruzamento e o semáforo estava verde. De repente, um outro carro entrou no cruzamento. Quando ele tinha um semáforo vermelho!

Depois de colisão, pediu o outro condutor para documentos de seguro dele, mas não tinha destes!

Começamos a argumentar de quem estava com culpa. Mas claro, ele está com culpa. Ele não parou para um semáforo vermelho! Estou com zanga! O meu carro estava perfeito, mas agora está com muitas almogdelas!

A gente chamou a polícia e depois de chegaram, pediram-nos ir à esquadra de polícia. Então… estou aqui. Ajudava-me fazer uma queixa, se faz favor?