Viajei para Lisboa e depois escrevi um pequeno texto sobre a experiência. Podia dar-lhe uma olhada e dar-me feedbacks e corrigi-lo se necessário?
Uma viagem a Lisboa
Fui a Lisboa durante 10 dias em junho. A cidade é bonita e as pessoas eram simpáticas. Visitei muitas atrações turísticas, como Praça do Comércio, Castelo de São Jorge, Belém, Parque das Nações, etc. Já que era época turística, havia muitas pessoas em todas aquelas atrações. Para me afastar de multidões, também visitei atrações menos famosas mas não menos dignas de visita. Visitei o Cristo Rei, do qual no topo podia ter uma vista magnífica de 360 graus da cidade inteira. Visitei o Parque Eduardo VII e a Estufa Fria, onde conheci muitas plantas e flores exóticas. Visitei o Palácio Nacional da Ajuda, onde fiquei encantado com as salas reais com diversas cores e decorações. Visitei o Mosteiro de São Vicente, onde se mostravam muitas obras de arte religiosa e de azulejo.
Entretanto, as partes mais memoráveis da viagem não foram as atrações turísticas, mas sim as pessoas que conheci e as conversas que tive com elas. Lembro-me de uma senhora de Moçambique com quem conversava quando andava de autocarro. Ela disse que ftrabalhava arduamente em Portugal e ganhava dinheiro para que os filhos conseguissem construir as suas próprias casas em Moçambique. Era uma história comovente sobre sacríficio familiar. Noutra altura, deparei-me com uma loja chinesa em Graça e tive uma conversa com a dona. Aprendi que ela tinha a mesma origem na China do que os meus pais e foi abrir a loja em Lisboa há 20 anos. Fiquei admirado quando descobri que agora ela era a dona de duas lojas e de dois restaurantes.
Fui a Lisboa durante 10 dias em junho. A cidade é bonita e as pessoas eram simpáticas. Visitei muitas atrações turísticas, como a Praça do Comércio, o Castelo de São Jorge, Belém, o Parque das Nações, etc. Já que era época turística, havia muitas pessoas em todas aquelas atrações. Para me afastar de multidões, também visitei atrações menos famosas mas não menos dignas de visita. Visitei o Cristo Rei, no topo do qualpude ter uma vista magnífica de 360 graus da cidade inteira. Visitei o Parque Eduardo VII e a Estufa Fria, onde conheci muitas plantas e flores exóticas. Visitei o Palácio Nacional da Ajuda, onde fiquei encantado com as salas reais com diversas cores e decorações. Visitei o Mosteiro de São Vicente, onde havia muitas obras de arte religiosa e de azulejo.
Entretanto, as partes mais memoráveis da viagem não foram as atrações turísticas, mas sim as pessoas que conheci e as conversas que tive com elas. Lembro-me de uma senhora de Moçambique com quem conversei enquanto andava de autocarro. Ela disse que trabalhava arduamente em Portugal e ganhava dinheiro para que os filhos conseguissem construir as suas próprias casas em Moçambique. Era uma história comovente sobre sacrifício familiar. Noutra altura, deparei-me com uma loja chinesa na Graça e tive uma conversa com a dona. Descobri/Fiquei a saber que ela tinha a mesma origem na China do que os meus pais e foi abrir a loja em Lisboa há 20 anos. Fiquei admirado quando descobri que agora ela era a dona de duas lojas e de dois restaurantes.
Olá, @q70007 ! O texto está muito bem escrito. Fiz apenas pequenas correções e sugestões, indicadas a negrito. O único erro notório é que os artigos antes de nomes como Praça do Comércio e Parque das Nações são obrigatórios, assim como para designarmos o bairro da Graça. As restantes alterações são sobretudo para tornar as frases mais idiomáticas ou ter um melhor alinhamento de tempos verbais